Compartilho aqui o link para consultar os relatórios do governo da província e do estado do Amazonas no período imperial e na primeira república. Trata-se de fontes inestimáveis para estudar os municípios, a economia, a administração e a política na Amazônia Ocidental no período, incluindo a questão fundiária e as relações com povos indígenas. Outra possibilidade muito rica é analisar a atitude governamental em relação à educação pública e privada.
Clique na imagem para ver a lista dos relatórios de 1852 a 1930 e tenha uma excelente leitura!
Este blog destina-se ao público em geral interessado em História e educação, mas sobretudo à interação com os estudantes de minhas disciplinas na UERR, permitindo a continuação e o aprofundamento dos debates, produção e difusão de material didático, informes etc.
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domingo, 31 de dezembro de 2017
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
Artigo publicado na REBEP - Os mapas da população no Estado do Grão-Pará: consolidação de uma população colonial na segunda metade do século XVIII
A REBEP (qualis A2) "é uma publicação da Associação Brasileira de Estudos Populacionais criada em 1984. Trata-se do único periódico publicado no Brasil que tem por objetivo estimular e difundir a produção brasileira sobre demografia e população e desenvolvimento sustentável, assim como garantir o diálogo entre este campo e áreas afins. Em 2005, a REBEP passou a integrar a rede SciELO, o que permitiu maior disseminação do conhecimento publicado na revista, tanto no âmbito nacional como no internacional. A REBEP também está disponível na Scopus e indexada no SJR, assim como em outras bases de dados científicas."
Nosso artigo foi publicado no número temático sobre populações coloniais. Clique AQUI para ler.
Nosso artigo foi publicado no número temático sobre populações coloniais. Clique AQUI para ler.
sexta-feira, 7 de julho de 2017
Material didático - História da Amazônia e de Roraima I
Compartilho aqui duas produções dos alunos da UERR (Curso de Licenciatura em História, disciplina de História da Amazônia e de Roraima I).
Docentes da Educação Básica costumam queixar-se da falta de material didático sobre história regional. Por essa razão, os estudantes do primeiro semestre foram desafiados a produzir um material didático para uso no ensino fundamental e médio.
Destaquei os trabalhos de duas equipes, que compartilho aqui:
Material didático - Amazônia pré-colombiana e primeiros contatos. Clique nos links abaixo para abrir:
Vídeo didático da equipe do James
Material didático produzido pela equipe do Agnaldo
Material didático produzido pela equipe da Mara
Docentes da Educação Básica costumam queixar-se da falta de material didático sobre história regional. Por essa razão, os estudantes do primeiro semestre foram desafiados a produzir um material didático para uso no ensino fundamental e médio.
Destaquei os trabalhos de duas equipes, que compartilho aqui:
Material didático - Amazônia pré-colombiana e primeiros contatos. Clique nos links abaixo para abrir:
Vídeo didático da equipe do James
Material didático produzido pela equipe do Agnaldo
Material didático produzido pela equipe da Mara
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
Amazônia Pré-Colombiana
Na aula de hoje, um dos termos usados é termoluminescência. Esse é um dos métodos usados para a datação de material arqueológico. Neste link e neste, você pode descobrir mais sobre esse método e o do carbono 14.
Para saber mais sobre os geoglifos do Acre, veja este ótimo artigo científico aqui, escrito por alguns dos maiores especialistas no assunto.
Sobre as antigas cidades na região mais ao sul da Amazônia, hoje reveladas pela arqueologia, veja aqui.
Em inglês, uma síntese das pesquisas mais avançadas que estão mudando nossa forma de ver a Amazônia pré-colombiana, com 8 milhões de pessoas transformando intensamente a paisagem: clique aqui.
Sobre o possível observatório astronômico de mil anos atrás construído no Amapá, clique aqui e veja vídeo aqui.
E, claro, sobre a nossa Pedra Pintada, vejam os últimos capítulos desta DISSERTAÇÃO do mestrado profissional do IPHAN e este artigo escrito por geólogos.
Depois do carnaval, trabalharemos com alguns textos e serão propostas algumas questões de trabalho.
O Trabalho final desta unidade será a produção de material didático (em papel, vídeo ou formato digital) sobre a Amazônia pré-colombiana, destinado a alunos do final do ensino fundamental e do ensino médio. Os materiais produzidos por vocês serão divulgados na mídia e poderão ser usados por todos os professores da rede pública!
Para saber mais sobre os geoglifos do Acre, veja este ótimo artigo científico aqui, escrito por alguns dos maiores especialistas no assunto.
Sobre as antigas cidades na região mais ao sul da Amazônia, hoje reveladas pela arqueologia, veja aqui.
Em inglês, uma síntese das pesquisas mais avançadas que estão mudando nossa forma de ver a Amazônia pré-colombiana, com 8 milhões de pessoas transformando intensamente a paisagem: clique aqui.
Sobre o possível observatório astronômico de mil anos atrás construído no Amapá, clique aqui e veja vídeo aqui.
E, claro, sobre a nossa Pedra Pintada, vejam os últimos capítulos desta DISSERTAÇÃO do mestrado profissional do IPHAN e este artigo escrito por geólogos.
Depois do carnaval, trabalharemos com alguns textos e serão propostas algumas questões de trabalho.
O Trabalho final desta unidade será a produção de material didático (em papel, vídeo ou formato digital) sobre a Amazônia pré-colombiana, destinado a alunos do final do ensino fundamental e do ensino médio. Os materiais produzidos por vocês serão divulgados na mídia e poderão ser usados por todos os professores da rede pública!
domingo, 5 de fevereiro de 2017
Constituições Primeiras do Arcebispado da Bahia (1707)
Você pesquisa História e quer entender o que era considerado delito de blasfêmia, superstição ou feitiçaria? Quer entender como a Igreja via o concubinato, a mancebia, a sodomia, a usura? Deseja saber como eram julgados os delitos de integrantes da Igreja? Ou como eram feitos os róis de confessados, fontes fundamentais para as estimativas da população na era pré-estatística? Ou ainda como o clero tratava o casamento de escravos? Tem dúvidas sobre a natureza dos dízimos e a forma de sua cobrança?
Então não perca tempo e baixe agora, gratuitamente, as Constituições Primeiras do Arcebispado da Bahia!
Pesquisar História é, sem dúvida, empolgante.
Então não perca tempo e baixe agora, gratuitamente, as Constituições Primeiras do Arcebispado da Bahia!
Pesquisar História é, sem dúvida, empolgante.
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Orientação de TCC,
Recursos para o ensino-aprendizagem de História
domingo, 20 de novembro de 2016
Os Vassalos del Rey nos confins da Amazônia
Em 1990, a professora Maria Regina Celestino de Almeida defendeu dissertação de mestrado sobre a colonização da Amazônia Ocidental (hoje Amazonas e Roraima), em um trabalho primoroso orientado pelo saudoso Ciro Flamarion Cardoso.
Maria Regina Celestino de Almeida é autora de obras seminais como "Metamorfoses indígenas: identidade e cultura nas aldeias coloniais do Rio de Janeiro", "Os índios na história do Brasil" e inúmeros outros livros e artigos fundamentais para o estudo dos povos ameríndios no período colonial.
Até onde consegui pesquisar, sua dissertação nunca foi publicada. Por essa razão, compartilho com meus alunos essa importante obra digitalizada, pois um único exemplar estava disponível para consulta na biblioteca da UFF.
ALMEIDA, M. R. C. Os Vassalos del Rey nos confins da Amazônia: a colonização da Amazônia Ocidental (1750-1798). Dissertação de Mestrado. UFF, 1990.
Parte 1
Parte 2
Maria Regina Celestino de Almeida é autora de obras seminais como "Metamorfoses indígenas: identidade e cultura nas aldeias coloniais do Rio de Janeiro", "Os índios na história do Brasil" e inúmeros outros livros e artigos fundamentais para o estudo dos povos ameríndios no período colonial.
Até onde consegui pesquisar, sua dissertação nunca foi publicada. Por essa razão, compartilho com meus alunos essa importante obra digitalizada, pois um único exemplar estava disponível para consulta na biblioteca da UFF.
ALMEIDA, M. R. C. Os Vassalos del Rey nos confins da Amazônia: a colonização da Amazônia Ocidental (1750-1798). Dissertação de Mestrado. UFF, 1990.
Parte 1
Parte 2
sexta-feira, 1 de julho de 2016
Excursão Fazenda São Marcos (Terra Indígena São Marcos)
Desculpem a demora em disponibilizar os registros da viagem. Abaixo o link que dá acesso a pasta com as fotos, é só clicar e salvar.
Algumas fotos mais gerais estarão disponíveis nesse post.
| Terra Indígena São Marcos - vista da Fazenda São Marcos para o rio Uraricoera. |
Capela da Fazenda São Marcos (possivelmente datada do início do século XX)
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Vista lateral da sede da Fazenda São Marcos
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Vista frontal da sede da Fazenda São Marcos
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Caixa d'água desativada que abastecia a Fazenda São Marcos
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Casas de habitantes da Terra Indígena São Marcos
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Fauna e flora da região na beira do rio Uraricoera.
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quarta-feira, 13 de abril de 2016
Atividade de Análise de Fontes - turma 2016-1
Prezados(as) Estudantes do Primeiro Semestre:
Em primeiro lugar, quero manifestar minha satisfação em trabalhar com sua turma. Vejo responsabilidade, empenho e entusiasmo em aprender na maioria de vocês. Além disso, vocês tem mostrado muita capacidade para os desafios acadêmicos. Isso me anima muito.
Agora, vamos à atividade com fontes.
Muitos pesquisadores usam fontes manuscritas com esta abaixo, que uso no meu trabalho (Requerimento da Índia Madalena, 1779. AHU). Mas esse não será o caso de vocês neste semestre, pois só precisam usar fontes impressas no momento. Que moleza, hein?
Cada dupla poderá escolher um dos temas sugeridos ou criar um novo problema de pesquisa a partir da leitura de uma das fontes indicadas. Nenhum tema poderá ficar sem uma dupla, mas um mesmo tema poderá ser escolhido por mais de uma dupla. Estes são os temas/problemas propostos para investigação:
Cada dupla poderá usar uma ou mais fontes. As fontes a serem utilizadas são as seguintes (clique no título para baixar):
Tesouro Descoberto no Máximo Rio Amazonas, escrito pelo Padre João Daniel, S.J. Trata-se de uma verdadeira enciclopédia da Amazônia Colonial, escrita entre 1758 e 1776.
Anexos à Primeira Memória do Brasil. trata-se de uma coleção de documentos (fontes) coloniais reunidos pelo Itamaraty para defender o direito do Brasil ao território em litígio com a Inglaterra (Questão do Pirara, início do século XX). Todos os documentos (cartas e ofícios entre governadores, coroa, comandantes do Forte São Joaquim) referem-se ao Rio Branco.
Diário do Rio Branco e Diário do Rio Negro, de Alexandre Rodrigues Ferreira. Esse naturalista, nascido no Brasil e formado em Portugal, viajou milhares de quilômetros pela Amazônia entre 1783 e 1793, legando-nos minuciosos relatos. Para quem vai pesquisar ervas medicinais, adiciono outra versão do Diário do Rio Negro que tem um suplemento sobre esse assunto, a partir da p. 134.
Relação Geográfico-Histórica do Rio Branco da América Portuguesa, do Ouvidor Xavier de Sampaio (década de 1770 - a partir da p. 200).
Para a análise dos documentos, considere os seguintes pontos para a redação do trabalho escrito (3 a 5 páginas):
ATENÇÃO: para as atividades de análise de fonte e da bibliografia comentada, será fundamental o estudo cuidadoso do texto 3 (capítulo III - HOORNAERT, Eduardo. História da Igreja na Amazônia. Petrópolis: Vozes, 1992). Vários dos textos estudados até o momento também serão úteis.
Cada dupla entregará o trabalho escrito e fará uma breve apresentação em sala, em data a combinar.
Caso a dupla tenha interesse, poderá inscrever o trabalho em um dos eventos abaixo, deverá fazê-lo apenas de acordo com as normas do evento (veja o edital). Dessa forma, um único trabalho seu valerá para a avaliação e aprendizagem em nossa disciplina e para publicação, divulgação e currículo para você.
I Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão da UERR – I EEPE/UERR (http://uerr.edu.br/eepe)
I Encontro de Ciências Humanas Estácio da Amazônia (https://www.even3.com.br/Evento/Login?evento=IECHEA)
Peço que cada dupla manifeste sua escolha de tema nos comentários.
Escrevam suas dúvidas nos comentários ou enviem por e-mail para mim.
Mãos à obra!
Em primeiro lugar, quero manifestar minha satisfação em trabalhar com sua turma. Vejo responsabilidade, empenho e entusiasmo em aprender na maioria de vocês. Além disso, vocês tem mostrado muita capacidade para os desafios acadêmicos. Isso me anima muito.
Agora, vamos à atividade com fontes.
Muitos pesquisadores usam fontes manuscritas com esta abaixo, que uso no meu trabalho (Requerimento da Índia Madalena, 1779. AHU). Mas esse não será o caso de vocês neste semestre, pois só precisam usar fontes impressas no momento. Que moleza, hein?
Cada dupla poderá escolher um dos temas sugeridos ou criar um novo problema de pesquisa a partir da leitura de uma das fontes indicadas. Nenhum tema poderá ficar sem uma dupla, mas um mesmo tema poderá ser escolhido por mais de uma dupla. Estes são os temas/problemas propostos para investigação:
- O sistema das drogas do Sertão – aventura, negociação e integração dos sertões amazônicos ao império português (Como funcionavam as expedições de coleta das drogas do sertão? Quem as integrava? Como eram recrutados? Como se organizavam? Como os produtos eram comercializados?)
- O papel do Rio Branco na política pombalina no Grão-Pará (Como os agentes régios viam a região do Rio Branco na estratégia geral para a Amazônia? Que potencial econômico era apontado pelos contemporâneos para a colonização do Rio Branco? Que medidas concretas foram realizadas e por quê?);
- Desertores, negros e mestiços no Rio Branco colonial (que personagens marginais das sociedades coloniais espanhola, portuguesa e holandesa foram registrados nas fontes dos séculos XVIII e XIX sobre o Rio Branco? Como negros, mestiços e desertores tinham tanto destaque nos empreendimentos coloniais nesta fronteira?);
- Curandeirismo e ervas medicinais na Amazônia Colonial (qual era a relação entre missionários, autoridades e curandeiros no Estado do Grão Pará? Que ervas medicinais eram utilizadas nessa época e nessa região e continuam sendo usadas hoje? Como elas eram usadas?).
- Relações entre missionários e ameríndios no Grão-Pará: etnogênese, sincretismo e resistência
- Epidemias no norte da América Portuguesa, século XVIII: despovoamento radical
- Relações de trabalho nos aldeamentos missionários
- As relações entre europeus e ameríndios na obra de João Daniel (Amazônia, século XVIII)
- Agricultura na Amazônia Colonial: subsistência e exportação
- Transformando índios em vassalos do rei português
Cada dupla poderá usar uma ou mais fontes. As fontes a serem utilizadas são as seguintes (clique no título para baixar):
Tesouro Descoberto no Máximo Rio Amazonas, escrito pelo Padre João Daniel, S.J. Trata-se de uma verdadeira enciclopédia da Amazônia Colonial, escrita entre 1758 e 1776.
Anexos à Primeira Memória do Brasil. trata-se de uma coleção de documentos (fontes) coloniais reunidos pelo Itamaraty para defender o direito do Brasil ao território em litígio com a Inglaterra (Questão do Pirara, início do século XX). Todos os documentos (cartas e ofícios entre governadores, coroa, comandantes do Forte São Joaquim) referem-se ao Rio Branco.
Diário do Rio Branco e Diário do Rio Negro, de Alexandre Rodrigues Ferreira. Esse naturalista, nascido no Brasil e formado em Portugal, viajou milhares de quilômetros pela Amazônia entre 1783 e 1793, legando-nos minuciosos relatos. Para quem vai pesquisar ervas medicinais, adiciono outra versão do Diário do Rio Negro que tem um suplemento sobre esse assunto, a partir da p. 134.
Relação Geográfico-Histórica do Rio Branco da América Portuguesa, do Ouvidor Xavier de Sampaio (década de 1770 - a partir da p. 200).
Para a análise dos documentos, considere os seguintes pontos para a redação do trabalho escrito (3 a 5 páginas):
- Quando os documentos foram produzidos (contextualizar o documento conforme historiografia)? Qual o objetivo de quem produziu esse documento?
- Quem os escreveu? A quem o documento se destinava? A que gênero ele pertence?
- Nenhum documento fala por si mesmo. Ele só nos diz algo se for interrogado. O tema que a dupla escolheu sugere várias perguntas para vocês interrogarem o texto. Apresentem essas perguntas.
- Procurem pistas no documento (fonte). Encontrem e mostrem essas pistas (citando) e confrontem-nas com a historiografia estudada. Por fim, façam uma conclusão tentando responder às perguntas iniciais.
ATENÇÃO: para as atividades de análise de fonte e da bibliografia comentada, será fundamental o estudo cuidadoso do texto 3 (capítulo III - HOORNAERT, Eduardo. História da Igreja na Amazônia. Petrópolis: Vozes, 1992). Vários dos textos estudados até o momento também serão úteis.
Cada dupla entregará o trabalho escrito e fará uma breve apresentação em sala, em data a combinar.
Caso a dupla tenha interesse, poderá inscrever o trabalho em um dos eventos abaixo, deverá fazê-lo apenas de acordo com as normas do evento (veja o edital). Dessa forma, um único trabalho seu valerá para a avaliação e aprendizagem em nossa disciplina e para publicação, divulgação e currículo para você.
I Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão da UERR – I EEPE/UERR (http://uerr.edu.br/eepe)
I Encontro de Ciências Humanas Estácio da Amazônia (https://www.even3.com.br/Evento/Login?evento=IECHEA)
Peço que cada dupla manifeste sua escolha de tema nos comentários.
Escrevam suas dúvidas nos comentários ou enviem por e-mail para mim.
Mãos à obra!
Eventos científicos gratuitos com certificação em maio
Aproveitem para participar de dois eventos científicos que incluem nossa área, na cidade de Boa Vista (inscrições abertas).
I Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão da UERR – I EEPE/UERR (http://uerr.edu.br/eepe)
I Encontro de Ciências Humanas Estácio da Amazônia (https://www.even3.com.br/Evento/Login?evento=IECHEA)
P.S.: a propósito, já notaram que, em nosso estado, todo evento é sempre o primeiro?
I Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão da UERR – I EEPE/UERR (http://uerr.edu.br/eepe)
I Encontro de Ciências Humanas Estácio da Amazônia (https://www.even3.com.br/Evento/Login?evento=IECHEA)
P.S.: a propósito, já notaram que, em nosso estado, todo evento é sempre o primeiro?
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Sugestões excelentes para aprender e ensinar sobre a Cabanagem (1835-1840)
Gente, o portal de recursos para os professores, disponibilizado pelo MEC, é realmente riquíssimo. Vejam aqui as sugestões didáticas e a variedade de recursos organizados pela professora LEIDE DIVINA ALVARENGA TURINI (UFU).
![]() |
| http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=54813 |
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Construção da Linha do Tempo (Brasil, Amazônia e Roraima)
Turma de Alto Alegre (RR): uma linha de tempo mostrando contemporaneidade e sucessão de eventos e processos históricos.
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Manual do Antoine Prost: Doze Lições sobre História
Prezados(as) Alunos(as):
Clicando aqui, você tem acesso ao livro que o professor Lucas Avelar elogia sempre. Aproveitem, pois é muito bom mesmo.
Clicando aqui, você tem acesso ao livro que o professor Lucas Avelar elogia sempre. Aproveitem, pois é muito bom mesmo.
sábado, 10 de outubro de 2015
Mais material didático sobre nosso estado: a Terra Indígena Raposa - Serra do Sol
Esta é uma apresentação rica em imagens e informações, produzida pelos próprios povos da Raposa Serra do Sol.
Aproveitem! Cliquem aqui. Disponível para download.
Aproveitem! Cliquem aqui. Disponível para download.
Yanomami: material didático produzido pela Sra. Loretta Emiri
Frequentemente nos queixamos da falta de material didático sobre a realidade local. Eis aqui, então um pequeno e valioso livro produzido pela querida Loretta Emiri, que atuou na secretaria de Educação de Roraima e dedica sua vida a conhecer e aprender com os povos indígenas do Brasil.
É só clicar aqui, baixar e usar.
É só clicar aqui, baixar e usar.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Entrevista na Rádio Transmundial
Professor da UERR é entrevistado pela Rádio Transmundial de São Paulo.
O tema foi a História e a Cultura de Roraima. Sempre é válido projetar o nome de nossa universidade.
O link para o áudio da entrevista é aqui.
O tema foi a História e a Cultura de Roraima. Sempre é válido projetar o nome de nossa universidade.
O link para o áudio da entrevista é aqui.
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Dicionários do século XVIII: para entender a linguagem de época
Um recurso muito usado por historiadores do Antigo Regime (séculos XV-XVIII) são os dicionários, elucidários e vocabulários produzidos séculos atrás, que ajudam a compreender melhor o antigo sentido de palavras encontradas nos documentos que pesquisamos e mesmo descobrir o significado de palavras que caíram em desuso. Os mais conhecidos, para o século XVIII, são os de Bluteau e de seu continuador, Antônio de Moraes Silva.
Outro recurso nesta pasta são os dicionários bibliográficos, obras de pacientes pesquisadores e antiquários (como o brasileiro Sacramento Blake e o português Inocêncio Francisco da Silva) que com frequência nos ajudam a descobrir mais sobre a biografia dos sujeitos que produziram nossas fontes.
Você encontra também aqui o Dicionário Topográfico, Histórico, Descritivo da Comarca do Alto Amazonas (escrito pelo militar Lourenço da Silva Araújo e Amazonas, com dados importantes sobre a Amazônia Ocidental no período colonial e no Império) e os vocabulários da Língua Geral e do Nheengatu (Stradelli).
Graças às Bibliotecas Nacionais do Brasil e de Portugal, à biblioteca Brasiliana da USP, ao bibliófilo José Mindlin, ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e ao projeto de digitalização de obras raras do Google, hoje podemos ter acesso a livros valiosíssimos em casa, em qualquer parte do mundo. Há pouco tempo atrás, você teria que viajar, pagar hospedagem etc. para visitar as poucas bibliotecas que abrigam livros como esses.
Tudo isso você encontra aqui, é só clicar.
Outro recurso nesta pasta são os dicionários bibliográficos, obras de pacientes pesquisadores e antiquários (como o brasileiro Sacramento Blake e o português Inocêncio Francisco da Silva) que com frequência nos ajudam a descobrir mais sobre a biografia dos sujeitos que produziram nossas fontes.
Você encontra também aqui o Dicionário Topográfico, Histórico, Descritivo da Comarca do Alto Amazonas (escrito pelo militar Lourenço da Silva Araújo e Amazonas, com dados importantes sobre a Amazônia Ocidental no período colonial e no Império) e os vocabulários da Língua Geral e do Nheengatu (Stradelli).
Graças às Bibliotecas Nacionais do Brasil e de Portugal, à biblioteca Brasiliana da USP, ao bibliófilo José Mindlin, ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e ao projeto de digitalização de obras raras do Google, hoje podemos ter acesso a livros valiosíssimos em casa, em qualquer parte do mundo. Há pouco tempo atrás, você teria que viajar, pagar hospedagem etc. para visitar as poucas bibliotecas que abrigam livros como esses.
Tudo isso você encontra aqui, é só clicar.
Artigos para a Bibliografia Comentada
Prezados(as) estudantes:
Todos os artigos distribuídos em sala de aula em 29/9/15 para os grupos encontram-se nesta pasta: clique aqui.
A bibliografia comentada consiste em mini-resenhas para cada artigo. Caso o grupo tenha vários textos do mesmo autor, a contextualização do autor pode ser repetida em cada mini-resenha.
Lembrem-se de que as instruções para produzir a bibliografia comentada encontram-se aqui.
Todos os artigos distribuídos em sala de aula em 29/9/15 para os grupos encontram-se nesta pasta: clique aqui.
A bibliografia comentada consiste em mini-resenhas para cada artigo. Caso o grupo tenha vários textos do mesmo autor, a contextualização do autor pode ser repetida em cada mini-resenha.
Lembrem-se de que as instruções para produzir a bibliografia comentada encontram-se aqui.
terça-feira, 29 de setembro de 2015
Plano de Ensino e Cronograma de atividades
PLANO DE
ENSINO
DISCIPLINA:
HISTÓRIA DA AMAZÔNIA
|
PROFESSOR:
André Augusto da Fonseca
|
CURSO
|
CARGA HORÁRIA
|
MUNICÍPIO
|
História
|
72 h
|
Alto Alegre - vespertino
|
EMENTA
|
História
e historiografia da Amazônia. Estudo da constituição da sociedade amazônica a
partir da sua ocupação até o período moderno, enfatizando os aspectos étnicos
e culturais. Transformações políticas e econômicas das sociedades amazônicas
no período moderno.
|
sábado, 19 de setembro de 2015
Professor, você PRECISA usar mapas com seus alunos...
Ainda são raros no Brasil, infelizmente, os professores de História (e até de Geografia) que promovem atividades com mapas em sala de aula.
O resultado são alunos que não tem a menor ideia do que estamos falando quando mencionamos o Mar Mediterrâneo, a bacia do Prata, o rio Mississipi, as Treze Colônias Inglesas da América do Norte, o Oriente Médio e assim por diante.
Em cada unidade, atividades criativas com mapas são vitais para a aprendizagem.
Tenha acesso a vários mapas em preto e branco das mais diferentes regiões e épocas históricas e crie você mesmo as atividades. Com lápis de cor, um certo número de instruções e os mapas do livro didático para ajudar, seus alunos terão muito proveito em completar esses mapas.
O resultado são alunos que não tem a menor ideia do que estamos falando quando mencionamos o Mar Mediterrâneo, a bacia do Prata, o rio Mississipi, as Treze Colônias Inglesas da América do Norte, o Oriente Médio e assim por diante.
Em cada unidade, atividades criativas com mapas são vitais para a aprendizagem.
Tenha acesso a vários mapas em preto e branco das mais diferentes regiões e épocas históricas e crie você mesmo as atividades. Com lápis de cor, um certo número de instruções e os mapas do livro didático para ajudar, seus alunos terão muito proveito em completar esses mapas.
O grande Mapa Etno-histórico de Nimuendaju
O formidável etnólogo Kurt Nimuendaju (1883-1945) produziu alguns estudos seminais para a compreensão das populações nativas do Brasil. Um de seus legados mais famosos, e muito útil para todos nós, é o seu Mapa Etno-Histórico. Ele oferece a localização, data e movimentos migratórios conhecidos de dezenas de povos indígenas em todo o Brasil.
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